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As eleições gerais de 2022 e as notícias falsas

Jornal do Comércio

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) iniciou nova fase de testes, inclusive com hackers, nas urnas eletrônicas, reafirmando a segurança do sistema. Tudo para mostrar como as urnas são seguras, voto após voto, e que devem receber confiança nas próximas eleições.

Felizmente, em nosso Brasil, as urnas já foram mais do que testadas, inclusive com técnicos de alta qualidade e entendimento de informática tentando acessar dados, votar, trocar os números dos votos e nada conseguiram.

O Teste Público de Segurança do Sistema Eleitoral (TPS) é um procedimento que submete as urnas eletrônicas a tentativas de invasão por hackers e avalia soluções aplicadas ao sistema eletrônico de votação. É um evento permanente do calendário eleitoral, e é realizado pelo TSE desde 2009.

As urnas eletrônicas, por sua vez, são utilizadas no Brasil desde os anos 1990, sendo reconhecidas internacionalmente e utilizadas a cada dois anos nas eleições.

Para além do sistema eleitoral brasileiro, há outros desafios para garantir o bom andamento do processo eleitoral. Um deles é a influência da difusão de notícias falsas, especialmente através de plataformas de redes sociais.

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Edson Fachin, informou que a Justiça Eleitoral e a plataforma de streaming de áudio Spotify firmaram acordo para combater a desinformação nas eleições deste ano. A parceria vai vigorar até o dia 31 de dezembro de 2022, após o fim do ciclo eleitoral.

Pelo acordo, o Spotify vai ajudar na identificação de páginas com fake news (notícias falsas) sobre as eleições na plataforma e também vai redirecionar os usuários até a página da Justiça Eleitoral, onde será possível obter informações de fontes oficiais sobre o pleito.

A parceria vai atuar para combater os impactos nocivos das notícias falsas, que espalham conteúdos não verdadeiros, e assim disseminar conteúdos confiáveis e oficiais sobre as eleições de 2022, disse Fachin, na abertura da sessão deliberativa do TSE na quinta-feira passada.

O acordo também prevê que o TSE e os tribunais regionais eleitorais (TREs) terão um canal de comunicação exclusivo com a empresa para apontar conteúdos com possíveis notícias falsas a serem analisados.

A difusão de informações falsas pode representar risco à democracia, afetando de forma negativa a capacidade do eleitor de exercer o voto consciente.

 

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