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Dia mundial sem carro: Bicicleta, transporte do futuro

Sulinfoco

Importante data de conscientização é celebrada nesta semana

Divulgação

A poluição é um dos grandes vilões da qualidade de vida nas cidades: lixo nas calçadas, queimadas em terrenos baldios liberando poluentes, excesso de automóveis nas vias, entre outros problemas encontrados nas ruas.

Se cada um mudasse um pouco seus hábitos diários, isso já ajudaria na busca de todos por um ambiente mais saudável de se viver e na luta a favor dos recursos naturais.

Na próxima quarta-feira, dia 22, comemora-se uma celebração muito especial, que existe para a humanidade refletir sobre seu modo de vida e a relação com o meio ambiente: o Dia Mundial Sem Carro.

A data foi criada como estímulo para as pessoas usarem veículos alternativos e deixarem o automóvel em casa. A questão ambiental é apenas um dos fatores que pesam na hora de se optar por outros meios de locomoção menos poluidores, pois há também a preocupação com a saúde, por exemplo.
Aqui na Contato Internet de Araranguá, os colaboradores podem vir trabalhar de bike e deixá-la, segura, num bicicletário dentro da empresa. E os clientes também têm um espaço, na entrada da loja, para estacionar sua bicicleta enquanto são atendidos.

A colaboradora do Suporte Técnico da empresa, Bárbara Pereira, utiliza esse transporte alternativo para quase todas as atividades que realiza no dia a dia.

“Sempre gostei de andar de bicicleta, juntei o útil ao agradável; hoje utilizo a bicicleta como meio de transporte sempre que posso. Além de servir como um exercício físico, estou ajudando o meio ambiente também, que é muito importante para mim. E ele me agradece do seu jeito, com paisagens lindas, ventinho no rosto, e a sensação de liberdade”, ressalta a jovem.

Já o supervisor do setor operacional, Murilo dos Santos Estevão, usa a bike frequentemente e alterna com outros veículos. “Utilizo desde a infância. Assim que ingressei no mercado de trabalho, utilizei como locomoção por cinco anos. Adquiri, posteriormente, moto e carro, mas continuo utilizando por, pelo menos, três a quatro dias da semana, a bike como locomoção para o trabalho”, conta o colaborador.

Os dois colegas destacam a preocupação com a segurança na hora de transitarem pela cidade. “O risco maior é os carros e motos. É preciso muito cuidado no dia a dia para evitar acidentes”, recomenda o supervisor.

Bárbara também destaca a questão das condições de tráfego para os ciclistas e os perigos envolvendo outros veículos. “As maiores dificuldades em usar a bicicleta é você não ter uma ciclovia para utilizar; muitas vezes, preciso andar pelo acostamento ou na calçada, o que é muito ruim e perigoso. Outro ponto é a falta de educação de motoristas que não dão passagem ou, muitas vezes, passam muito próximos. Acredito, porém, que estamos caminhando e, aos poucos, nós, ciclistas, teremos mais segurança ao pedalar pelas ruas”, reflete a colaboradora.

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