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'Furar o teto de gastos é tão eficaz quanto a cloroquina', dispara Leite

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O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), anuncia ações e recursos do Plano de Enfrentamento à Estiagem - Felipe Dalla Valle/Palácio Piratini
O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), anuncia ações e recursos do Plano de Enfrentamento à Estiagem Imagem: Felipe Dalla Valle/Palácio Piratini

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), criticou a aprovação do furo do teto de gastos orçamentários do governo para 2022. O texto apresentado pelo relator da matéria, o deputado federal Hugo Motta (Republicanos-PB), foi aprovado por 23 a 11 pela Comissão Especial da Câmara. A matéria segue para o plenário da Câmara

Pela proposta, o governo federal terá um espaço fiscal de R$ 83 bilhões para gastar a mais em 2022. Isso permitiria o pagamento do Auxílio Brasil, programa social que substituirá o Bolsa Família, de R$ 400 até o fim de 2022, ano em que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tentará a reeleição.

Para Leite, o governo está colocando o país em uma "pandemia econômica" e disparou que o furo do teto é "tão ineficaz quando a cloroquina", remédio sem eficácia científica comprovada contra a covid-19 e frequentemente usada e anunciada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para o combate à doença.

Leite, que está na disputa das prévias presidenciais do partido, a inflação não é uma "gripezinha". O termo também foi usado pelo chefe do Executivo para se referir à doença, em março de 2020.

"A inflação não é uma gripezinha. Furar o teto é tão eficaz quanto a cloroquina. Os pobres sofrerão mais. Dólar subindo, inflação em alta, pressão na curva de juros e perspectivas até de recessão para 2022. Estão lançando o Brasil na pandemia econômica."

Em atualização...

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