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Não se empolgue com o Magazine Luiza; ações já renderam tudo o que podiam

Investing
© Reuters.
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No geral, o analistas gostaram dos números do quarto trimestre, divulgados pelo Magazine Luiza (SA:MGLU3). Entre os destaques, foram citados o crescimento das vendas, o aumento do ebitda e a continuidade dos investimentos no e-commerce.

O problema, contudo, é que tudo isso deve ajudar pouco na valorização das ações.

Em um rápido comentário, a Guide Investimentos classificou os resultados da varejista como “robustos”, a ponto de compensar o ebitda ligeiramente abaixo das expectativas, devido à consolidação da compra da Netshoes (NYSE:NETS).

Ao reiterar sua visão “positiva” para a empresa em 2020, a Guide enfatiza os investimentos que o Magazine Luiza deve realizar para se transformar numa plataforma de serviços, conjugando as lojas físicas com o comércio online.

Muita calma

A XP Investimentos também elogia o desempenho do empresa, e observa que o lucro líquido foi surpreendente. Com R$ 4,7 bilhões em caixa em dezembro, a companhia tem pernas para continuar seu investimento na integração de plataformas, segundo a gestora.

“Vemos espaço para potenciais surpresas positivas em relação à estratégia de alocação de capital da companhia”, afirma a XP, em relatório aos clientes assinado por Pedro Fagundes.

Tudo isso é muito bom, mas não deve repercutir por muito tempo no preço dos papéis, já que a empresa já é negociada a múltiplos elevados, de acordo com o analista da XP. “Temos dificuldade em justificar um potencial de alta significativo nos níveis atuais”, diz.

Por isso, a gestora mantém sua recomendação neutra para as ações, com preço-alvo de R$ 58 para o fim de 2020.

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