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Como estará o seu corpo 100 anos depois da sua morte?

Fatos Desconhecidos

O corpo humano é constituído por diferentes partes. Dentre elas, temos a pele, os músculos, os nervos, os órgãos, os ossos, etc. Em suma, cada parte do nosso corpo é formada por inúmeras células, as quais apresentam formas e funções definidas. Além disso, existem também, os tecidos, órgãos e sistemas, os quais funcionam de modo integrado. Mas o que acontece, com toda essa composição, quando morremos? Como fica o nosso corpo?

Primeiro, imaginemos uma desagradável situação hipotética: você está morto. Consequentemente, seu corpo está ali, dentro de um caixão. As primeiras modificações em seu corpo ocorrem logo após o óbito. Com o fim do funcionamento do coração, o fluxo sanguíneo, consequentemente, é interrompido.

Sem fluxo sanguíneo, o transporte de oxigênio para seu cérebro é interrompido. Nesse ínterim, a massa cerebral, que necessita de oxigênio, começa a se decompor. O resultado? À primeira vista, estranho, no entanto, totalmente verídico. Sua cabeça começa a exalar líquidos dentro do caixão.

Etapas

A próxima parte do nosso corpo que se torna vítima do processo de decomposição é o intestino. Nesse momento, trilhões de micróbios são liberados pelo corpo. Esses seres microscópicos, após serem liberados, atravessam seu intestino grosso, veias, fígado e vesícula. Pouco a pouco, os micróbios consomem seu frio corpo até sua vesícula biliar estourar.

Em seguida, seu cadáver é inundado por um líquido cuja coloração é verde-amarelado. Levam apenas quatro dias para essas criaturas consumirem seu corpo, por inteiro. Nesse processo, automaticamente, ocorre a produção de gases tóxicos, como, por exemplo, amônia, metano e sulfeto de hidrogênio.

Ao serem liberados, os gases, em conjunto, fazem seu cadáver inchar. Além disso, tais gases são os responsáveis por promoverem o famoso odor de "carne podre". Um odor que, entre nós, sabemos que é insuportável. Quatro meses depois, seu cadáver ganha uma nova coloração: preta-acastanhada.

Em suma, a cor é resultado de derramamento do ferro sanguíneo das vias vasculares decompostas. Após ser liberado, esse ferro se oxida. Ao mesmo tempo, devido ao colapso das células, também destruídas pelo tempo, seu corpo ganha a textura de um muco aquoso. Em menos de um ano, a roupa, que escolheram para vestir seu cadáver, começa também a se desintegrar.

O depois

A partir daí, o processo de deterioração do corpo deixa de ser interessante, já que passa por um monótono processo de diluição. Entretanto, após 10 anos, a umidade e a falta de oxigênio transformam o que resta de que sua gordura corporal em uma estranha substância, chamada adipocere, também conhecida como cera cadavérica.

Agora, a partir desse momento, seu corpo passa pelo incrível processo de mumificação. Em contrapartida, tal processo ocorre somente se seu cadáver foi sepultado em um local seco. Nesse cenário, a água restante em seu corpo irá evaporar através da pele. O resultado, então, não poderia ser outro. Seu corpo seca, eliminando, assim, o processo de decomposição bacteriana.

Em 50 anos, seu corpo já desapareceu quase em totalidade. Sobram, claro, alguns tendões, a pele e o esqueleto. Alguns anos depois, fica apenas um punhado de ossos quebrados, consequência da deterioração do colágeno.

Após um século de putrefação, você se reduz a pó. Você já não é mais reconhecido. Restam apenas a adipocere e os dentes. Mais nada além disso.

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