As portuguesas CardioID Technologies, Parkio e Wall-i juntam-se à AppyParking, e-floater, Eccocar, Idatase, LifePoints, Meep App, MotionTag, Shotl, Third Space Auto, Xesol Innovation e AIPARK para tornar mais inteligentes os sistemas de gestão das cidades, com vantagens para as pessoas e para a sua qualidade de vida no quotidiano, através de soluções práticas.

Nos projetos desenvolvidos em conjunto com as organizações parceiras do Smart Open Lisboa (SOL), as equipas têm que criar um protótipo de uma solução de mobilidade que funcione, ou seja, devem apresentar um produto minimamente viável (MVP). Isso vai permitir às startups testarem as suas soluções no terreno, junto do mercado real, e, muitas vezes, já em estreita ligação com potenciais clientes.

Agora e até 16 de setembro, decorre a fase de preparação para que as startups selecionadas definam os planos de trabalho, quais as tecnologias e dados necessários para, entre 17 de setembro e 14 de novembro, procederem à fase de experimentação.

Propostas para tornar Lisboa mais inteligente já estão no terreno
Propostas para tornar Lisboa mais inteligente já estão no terreno

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No dia 15 de novembro, em um evento organizado pela Câmara Municipal no edifício Paços do Concelho, as startups vão apresentar os resultados dos seus projetos , bem como fazer um balanço do trabalho desenvolvido até à data e revelar de que forma a solução contribuiu para a cidade.

Na sua terceira edição e para além da mobilidade, o programa também procura soluções para a habitação (SOL Housing) e para o turismo (SOL Tourism), alterações que resultaram da aprendizagem adquirida nas edições anteriores, explica Duarte Cordeiro, Vice-Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, com os pelouros da Economia e Inovação.

“Assim, temos uma nova estrutura onde em vez de termos todo o programa focado em várias áreas, criámos antes vários verticais mais pequenos, dedicados a temas específicos. Apostámos num programa vertical de Mobilidade, que entra agora na fase de pilotos, e vamos também ter, mais tarde, outro vertical, centrado no tema da Habitação”, refere o responsável.

No fim do processo e a partir de 16 de novembro, a Câmara de Lisboa vai ainda ceder espaços para as startups que quiserem continuar a trabalhar nos projetos-piloto desenvolvidos para a SOL Mobility, através do projeto Sol Lab.